domingo, 9 de março de 2025

Cidadão do Mundo? Nada disto, apenas um viajante

 

 Um dia me chamaram de "cidadão do mundo", retruquei dizendo  - Falta muito. Então, cheguei à casa, e fui olhar meu álbum de fotografia no Google Fotos, e, sem querer se algo ou me achar de verdade um "cidadão do mundo", assustei com o que vi, e conto abaixo e nas próximas postagens, um pouco do que andamos, eu e Marina, por esse mundo de Meu Deus, aqui e lá fora. 

Foram vinte e dois países, incluídos Vaticano e Mônaco, considerados, nos mapas múndi, países com comando próprio, e por aqui, em nosso Brasil Varonil, são, por enquanto, dezessete estados, que serão dezenove até o final de 2025, viagens já contratadas, e dezessete capitais brasileiras e dezenove no exterior, são quilômetros rodadas por terra e ar, pelo mar só passeios curtinhos e o maior que fiz foi atravessar o Canal da Mancha para ir e voltar de Londres, na Inglaterra. 

Conhecemos, eu e Marina, cento e oito cidades na Europa, América, Ásia e África, viu aqui que falta apenas a Oceania para fecharmos os arcos olímpicos, e no nosso Brasil visitamos cento e sessenta e cinco cidades e um punhado de distritos ou lugarejos que sequer entram no mapa do Brasil, e se isto é ser "cidadão do mundo" irei me orgulhar do título imerecido porque tem muitos por aí que fizeram quase o dobro que fiz, não contam, são modestos, enquanto eu conto e não tenho modéstia, afinal saí de Miracema, filho de dono de bar, menino "sem futuro",  diziam até os amigos, que hoje são doutores coisa que não tive a oportunidade, quando jovem, de pelo menos tentar ser um destes. 

Cidadão do Mundo

   

 Um dia me chamaram de "cidadão do mundo", retruquei dizendo  - Falta muito. Então, cheguei à casa, e fui olhar meu álbum de fotografia no Google Fotos, e, sem querer se algo ou me achar de verdade um "cidadão do mundo", assustei com o que vi, e conto abaixo e nas próximas postagens, um pouco do que andamos, eu e Marina, por esse mundo de Meu Deus, aqui e lá fora. 

Foram vinte e dois países, incluídos Vaticano e Mônaco, considerados, nos mapas múndi, países com comando próprio, e por aqui, em nosso Brasil Varonil, são, por enquanto, dezessete estados, que serão dezenove até o final de 2025, viagens já contratadas, e dezessete capitais brasileiras e dezenove no exterior, são quilômetros rodadas por terra e ar, pelo mar só passeios curtinhos e o maior que fiz foi atravessar o Canal da Mancha para ir e voltar de Londres, na Inglaterra. 

Conhecemos, eu e Marina, cento e oito cidades na Europa, América, Ásia e África, viu aqui que falta apenas a Oceania para fecharmos os arcos olímpicos, e no nosso Brasil visitamos cento e sessenta e cinco cidades e um punhado de distritos ou lugarejos que sequer entram no mapa do Brasil, e se isto é ser "cidadão do mundo" irei me orgulhar do título imerecido porque tem muitos por aí que fizeram quase o dobro que fiz, não contam, são modestos, enquanto eu conto e não tenho modéstia, afinal saí de Miracema, filho de dono de bar, menino "sem futuro",  diziam até os amigos, que hoje são doutores coisa que não tive a oportunidade, quando jovem, de pelo menos tentar ser um destes. 

Andando por Brasília

 Podemos começar por Brasília? Não foi a primeira capital que conhecemos, muito pelo contrário, o nosso Distrito Federal só foi visitado em 2014 quando recebi o convite do José Luiz da Silva, meu amigo Categoria, para ir ao casamento de seu filho, Holden, em agosto daquele ano. 


Foram quatro dias de ótimos passeios e aproveitamos tudo o que podíamos dos cartões postais da Capital Federal, museus, Congresso Nacional, em sua totalidade (os três poderes do país) conforme a foto mostra, Estádio Mané Garrincha, Lago Paranoá e os bares da vida noturna de Brasília. 

A primeira foi o nosso  Rio de Janeiro que na verdade foi a primeira, mas
em tempo de infância, juventude e trabalho e que chegou até ser minha morada por alguns anos. O Rio de Janeiro dispensa comentário e fotos por lá são mostradas pelo mundo como se fosse a coisa mais natural do planeta e por isto, o Rio de Janeiro, a antiga Cidade Maravilhosa, ainda bela mas não tão segura, não terá muito comentário, apenas a foto do Cristo para ilustrar como poderia ser do Maracanã, de São Januário, das praias ou das noitadas de samba pelo Mourisco e Salgueiro. 

Se falei no Rio de Janeiro tenho que falar de São Paulo, que para nós, eu e Marina, têm uma importância maior porque fomos apresentados a Terra da Garoa por alguém muito especial para nós, José Maria de Aquino, que ao lado de sua esposa Kátia nos fez conhecer bem a capital dos paulistas e paulistanos. 
Foram várias as visitas à cidade de São Paulo, inclusive as últimas com outra celebridade de Miracema, o nosso "afilhado" Célio Silva, ex-zagueiro do Corinthians cuja fama e reconhecimento na cidade e no estado de São Paulo me espanta e me deixa feliz. Com os dois miracemenses conhecemos de tudo o que podemos chamar de pontos turísticos, conhecemos lugares como o restaurante das estrelas, de Giovanni Bruno, famoso mestre da comida italiana, os museus, os estádios, os teatros e tudo aquilo que um turista merece conhecer nos foi apresentado por eles.